Emaús
“Entre o terreno do pensamento humano (livre, mas não suficientemente religioso) e o terreno da vida cristã (intensamente religioso, mas nem sempre suficientemente humano). Penso que deve existir homens participando um pouco dos dois, de modo a estabelecer e graduar o contacto." Teilhard de Chardim
quinta-feira, 4 de julho de 2013
quarta-feira, 3 de julho de 2013
terça-feira, 2 de julho de 2013
segunda-feira, 1 de julho de 2013
É bom sentir saudades de Deus
um companheiro de seminário contou-me:
em uma palestra ele usou uma música conhecida por todos os jovens para falar de Deus.
a surpresa das pessoas foi imensa quando ele começou a cantar,
" pra que falar, se você não quiser ouvir".
em uma palestra ele usou uma música conhecida por todos os jovens para falar de Deus.
a surpresa das pessoas foi imensa quando ele começou a cantar,
" pra que falar, se você não quiser ouvir".
a minha fé tem dias de espera, dias sem sol.
mas eu sei
"Às vezes a distância ajuda/E essa tempestade/Um dia vai acabar".
eu ouço a canção e penso
eu posso ser agasalhado pelo sorriso de Deus
o seu sol há de surgir na minha história.
um dia andamos na estrelas e hoje a estrela coça dentro de mim.
mas eu sei
"Às vezes a distância ajuda/E essa tempestade/Um dia vai acabar".
eu ouço a canção e penso
eu posso ser agasalhado pelo sorriso de Deus
o seu sol há de surgir na minha história.
um dia andamos na estrelas e hoje a estrela coça dentro de mim.
sábado, 29 de junho de 2013
sobre a lavoura e fé
uma amiga me pergunta porque estou no seminário, porque eu creio?
o silencio se impõe. antes de uma resposta, medito, regresso aos primeiros anos da minha infância.
na pequena capela dedicada a nossa senhora as orações pereciam perfumes envolvendo o corpo de Deus.
todos os domingos a mãe levava eu e minhas irmãs a igreja.
quando adolescente o habito de ir a igreja se perdeu, deixei Deus órfão de mim.
foi entre as brumas da convulsão que o rosto de Deus começou a se acender outra vez para os meus olhos. lembro-me das primeiras leituras do cânticos dos cânticos, depois o Eclesiastes, o livro de jó, evangelho segundo joão.
lembro das celebrações eucarísticas criando poentes.
havia algo que escapava as minhas mãos, até hoje tento apanhá-lo, mas ele insiste em fugir dançando.
papai me ensinou a arte da fé, não foi dentro da igreja, foi na lavoura.
semear os grãos, carpir o mato, esperar crescer, depois colher as espigas e por ultimo, em um banquete partilhar com os outros o resultado do plantio.
a fé também é um plantio cotidiano, uma lavoura, um partilhar os grãos vingados.
talvez um dia estaremos todos a mesma mesa, partilhando a colheita feita aqui, ondo todos os dias somos plantados.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
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